quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Meu jardim.



Eu quero um jardim, só um jardim, era tudo o que eu queria. Admito, não sou a pessoa mais ecológica, mas, por mais estranho que pareça, quero ter o prazer de observar plantas pela manhã. Eu preciso disso. Quero um lugar, onde eu possa ver, simultaneamente, beleza e morte. Para quê? Para a morte me mostrar fatalidade. E a beleza me ensinar a arte de um recomeço. Até porque, nesse sábio lugar, a morte, muitas vezes, serve de adubo para o nascimento de uma esperança. No dia em que eu tiver um jardim, espero não me preocupar tanto com o futuro, e quem sabe, poder finalmente, viver mais confortável. E enfim, acreditar, que até nos meu momentos de folha podre molhada, posso ser, amanhã, uma maravilhosa margarida.   

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